segunda-feira, 27 de outubro de 2008

AMAR, AMOR.... Coisas assim tão familiares.


"...Você achou que tudo isso era de graça? Felicidade não aconterequando você leva a vida assoviando, fingindo que não existem coisas ruins. Não, não diga nada. Eu sei que você acha que isso ocorre nesta casa. Mas você está errada. A felicidade é conquistada, como tudo na vida. É alcançada. O problema é que sua mãe fez tudo parecer fãcil demais. E isso era exatamente o que ela queria."
Trecho do livro "O amor Chegou" de Marisa de los Santos ou trecho da minha vida.

Resposta à vida:

Eu amo a Sra. sônia porque, apesar de ter ficado doente e morrido, ela está mais viva do que nunca. Eu amo as flores do seu quintal e os tesouros do seu armário, porque eram suas plantas e seus tesouros. Eu amo a casa da minha família porque ela é a casa de minha família. Eu amo cíntia, Luiz ferndado, Eliane, Melina e crianças porque é impossível não amá-los. E u amo meu doce pai pela sua firmeza e minha alegre mãe por sua tristeza. Eu amo ... porque porque ele é o melhor homem do mundo que eu conheço e porque meus braços doem quando não o estou abraçando e porque eu sou eu mesma. Eu amo Murilo por ter trazido Maria para a minha vida, e amo Maria porque ela é corajosa, amorosa, carinhosa e inteligente. Ah, como eu amo Maria.

Canta, Maria
A melodia singela
Canta que a vida é um dia
Que a vida é bela, minha Maria

Maria é meu amor
Amor que me faz chorar
Plantei um pé de alecrim
Um pé de alecrim, para perfumar
A nossa linda casinha
Tão simplezinha, que dá gosto olhar

Canta Maria (Ary Barroso)

http://www.youtube.com/watch?v=Oyx2s4OBzXA

A FRONTEIRA DA ALVORADA (2008) FRANÇA


Acho que eu não estava no clima

Não curti.

Triste! Belas fotos!

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Conversa entre amigos I

Depois de um rodízio de pizza e chopinho com pessoas queridas e mais jovens que nós, estimulantes e cheias de planos...um casal de amigos gentilmente refinados, mais vividos que nós e dispostos a se divertir com nossas besteiras e desequilíbrios! Sem contar os vinhos inacreditáveis com algo de framboesa, quase imperceptível, mas marcante...uauuuuuuuu, já estou me sentindo tonta.
Falar de amigos, famílias, filhos, amores queridos, amores não queridos e o infinito desejo de conquistar a felicidade. Foi uma ótima noite!
Entre as lembranças...dois dos meus queridos...Chico e Neruda
Em "Uma Alegria Para Sempre" postei um dos mais lindos de seus poemas, fiquem à vontade para degustar (http://www.georgiamarcusso.blogspot.com/)
Trocando em Miúdos
Chico Buarque

Eu vou lhe deixar a medida do Bonfim
Não me valeu
Mas fico com o disco do Pixinguinha, sim?
O resto é seu
Trocando em miúdos, pode guardar
As sobras de tudo que chamam lar
As sombras de tudo que fomos nós
As marcas do amor nos nossos lençóis
As nossas melhores lembranças

Aquela esperança de tudo se ajeitar
Pode esquecer
Aquela aliança, você pode empenhar
Ou derreter
Mas devo dizer que não vou lhe dar
O enorme prazer de me ver chorar
Nem vou lhe cobrar pelo seu estrago
Meu peito tão dilacerado

Aliás
Aceite uma ajuda do seu futuro amor
Pro aluguel
Devolva o Neruda que você me tomou
E nunca leu
Eu bato o portão sem fazer alarde
Eu levo a carteira de identidade

Uma saideira, muita saudade
E a leve impressão de que já vou tarde

terça-feira, 21 de outubro de 2008

JUST LIKE HONEY

LOST IN TRANSLATION



Just like honey
The Jesus And Mary Chain

HORIZONTE DISTANTE

Horizonte Distante
Marcelo Camelo

Por onde vou guiar
O olhar que não enxerga mais
Dá-me luz, ó deus do tempo (2x)
Nesse momento menor
Pr'eu saber seu redor

A gente quer ver
Horizonte distante
A gente quer ver
Horizonte distante
Aprumar

Através eu vi
Só o amor é luz
E há de estar daqui
Até alto e amanhã
Quem fica com o tempo
Eu faço dele meu
E não me falta o passo, coração (2x)
Avante
A gente quer ver
Horizonte distante
A gente quer ver
Horizonte distante
Aprumar

Premiação



PRIMEIRO LUGAR: : O médico Luis Eduardo Siqueira, filho de Odilo Antunes de Siqueira, entregou o prêmio para a farmacêutica Giselle Gonçalves
TERCEIRO LUGAR: : O médico Edmilson Longui, superintendente da Unimed, entregou o prêmio para a biomédica Geórgia Daniela Marcusso Marques

O dia do Médico foi comemorado em cerimônia emocionante, sábado, na Casa do Médico. A noite começou com a entrega do 15.o Prêmio Científico “Dr. Odilo Antunes de Siqueira”. O protocolo lembrou da origem deste belíssimo prêmio de incentivo à pesquisa médica, instituído pelo Laboratório Marlene Spir e Sociedade de Medicina, na gestão do presidente Roberto Lotfi Júnior, em 1994, com o apoio da Associação Paulista de Medicina. O prêmio leva o nome do médico Odilo Antunes de Siqueira, que em 1947 fundou o Hospital Nossa Senhora das Graças. Foi deputado estadual entre 1961 e 1964. Presidiu a Sociedade de Medicina por duas vezes, entre os anos 50 e 60. Entre 1969 e 1973 foi presidente da Federação da Agricultura do Estado de São Paulo. Faleceu aos 78 anos, em 1991.
Quer saber mais?
http://www.sinomar.com.br/

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Um pontinho no nariz

Rusbrock está enterrado há cinco anos; é desenterrado; seu corpo está intacto e puro (pudera! senão não haveria história); mas" havia apenas um pontinho no nariz que tinha um leve traço de decomposição". Sobre a figura perfeita e quase embalsamada do outro (que tanto me fascina), percebo de repente um ponto de decomposição. É um ponto mínimo: um gesto, uma palavra, um objeto, uma roupa, alguma coisa insólita que surge (que aponta) de uma região de que eu nunca havia suspeitado antes, e devolve bruscamente o objeto amado a um mundo medíocre. Seria o outro vulgar, ele cuja elegância e originalidade eu incensava com devoção? Ei-lo que faz um gesto através do qual se revela nele uma outra raça. Fico alarmado: ouço um contra-ritmo: algo como uma síncope na linda frase do ser amado, o ruído de um rasgo no invólucro liso da imagem. (Como a galinha do jesuíta Kircher, que é tirada da hipnose com um tapinha, estou provisoriamente desfascinado, não sem dor.)

Trecho de FRAGMENTOS DE UM DISCURSO AMOROSO de Roland Barthes

Referência a Dostoievski: morte do starets Zózimo: o odor deletério do cadáver (Irmãos Karamazov, II VII, 1)